Terça-feira, Fevereiro 05, 2008

Como eu me diverti no carnaval

(a gente não quer só comida)

E com tudo isso, ficar em casa acabou sendo bastante divertido...

No sábado eu encontrei o dedas e nós fomos ao cinema. Assistimos "A Lenda do Tesouro Perdido - O Livro dos Segredos" que é bem batuta, diga-se de passagem.
De pois do filme comemos lá pelo shopping
mesmo (eu comi um Pad Thai de Frutos do Mar no Jin Jin que é muito bom, experimentem) e depois viemos aqui pra casa, onde ficamos conversando até bem tarde. Foi bem batuta porque fazia tempo que eu e o dedas não conversávamos e também porque a companhia é sempre muito boa.

Se o sábado foi o dia do dedas, domingo foi o dia do zé. Ele veio aqui em casa e nós passamos a tarde jogando antike, de dois mesmo, pra ver como era. E sabe o que? Foi bem legal. Pra jogar de dois tem dois modos. Ou vc joga cada um com duas civilizações, de forma independente, e ganha quem conseguir levar uma delas primeiro a vitória (jogando desse jeito eu ganhei), ou vc joga cada um com dois conjuntos de cor, escolhendo três cidades quaisquer
pra começar e com o dobro dos recursos iniciais (e nesse eu perdi...). Os dois modos são divertidos, mas eu gostei mais de jogar com douas civilizações independentes (e não, não só porque eu ganhei).
Depois do jogo resolvemos assitir um filme, mas antes de conseguir assistir de fato (começamos, mas fomos interrompidos), meu portão resolveu quebrar por causa da chuva (ele tem um problema, que aparentemente a 'capa' deixa entrar água e dá um curto na placa). L
á fomos nós arrumar o portão, que abriu sozinho e não queria fechar mais... Depois de quase duas horas, resolvemos o problema, mas ficou tarde. Como o zé estava de busão e tinha que sair cedo na segunda, não ia dar pra assistir o filme. Bem, falei com minha mãe pra pegar o carro e dar uma carona pra ele (afinal, ele tinha arrumado o portão e ficou tarde por causa disso). Ela disse que tudo bem, mas tinha um problema (outro, porque nada na vida é tão fácil, claro...): a barra de direção do carro estava soltando, e o volante estava balançando. E lá fomos nos ver o que havia com o carro, é claro. Depois de algum tempo e muitos malabarismos, descobrimos que duas das quatro portas da placa que prende a barra de direção ao painel estavam frouxas, e resolvemos o problema (mas não sem antes penar pra achar uma chave que desse certo pra apertar as ditas porcas, e fazer mais um pouco de malabarismo pra encaixar tudo de volta no lugar).
Resolvido o problema do carro, resolvemos assistir o filme: "The Last Mimzy". Olha, confesso que esperava mais. O filme parte de uma p
remissa legal, mas tem muitas coisas mal explicadas e algumas coisas forçadas demais sem razão aparente. Sei lá, não curti muito não. E ficou por isso mesmo.

No resto do feriado, passei a maior parte do tempo lendo gibis e assistindo ao desenho da liga da justiça (assisti a primeira temporada toda, e já estou acabando a segunda).
Quanto aos gibis, comprei vários: Silent War,
Os Maiores Clássicos dos Vingadores 4: Vingadores versus Defensores e Os Supremos (edição definitiva). Já li todos, claro.
Além disso, comprei (e também já li) a Dragon Slayer 18 (que está muito boa, uma das melhores edições), assisti o episódio novo de supernatural (que é um dos melhores da série até aqui), assisti ratatouille (que é muito legal e eu ainda não tinha visto), trair e coçar é só começar (que é bonzinho) e mais alguns episódios genéricos de séries que eu gosto, tipo sienfeld, simpsons, evebory loves raymond, grounded for life, my whife and kids...

Enfim, foi um feriadão bem batuta, mesmo ficando em são paulo.

Até!


Carnaval!

(chegaram as cotias do sertão)
Pois é, mais um carnaval tem seu fim...

Enquanto eu escrevo isso, a grande maioria dos meus amigos deve estar bêbada em algum lugar de São Luiz Do Paraitinga. E eu resolvi ficar. Resolvi porque não havia nada que de fato me impossibilitasse, mas vou perder um tempo tentando explicar (talvez pra mim mesmo), os porques.

Primeiro de tudo, minha avó está doente. Embora ela na verdade já esteja recuperada (e muito bem, obrigada), essa fase de pós-operatório e readaptação é um pé no saco muito grande. Ela tem que mudar hábitos, tomar muitos remédios, se alimentar direito, caminhar, enfim, se cuidar de um jeito diferente daquele que estava acostumada. E essa fase é chata porque ela precisa de supervisão constante, pra saber se ela está fazendo as coisas direito, se tudo está correndo bem, se ela se sente bem. É preciso também estar atento a datas de médicos, marcação de exames, injeções e tudo mais. Todo mundo que já esteve doente, ou teve um parente doente (especialmente um idoso) deve entender bem o que eu digo. O que agrava toda essa situação é a relação familiar "linda" que nós temos por aqui. São anos e anos de um desgaste nas relações, de brigas, de mal entendidos e uma série de coisas que fazem do simples convívio do dia a dia um pequeno inferno particular. Pra não acabarmos os dois loucos, e e minha mãe acabamos dividindo esse encargo, se revezando na tarefa de olhar pela dona Diva e de cuidar das coisas de casa.

O segundo motivo provavelmente é a grana. Eu estou sem trabalhar faz tempo, e as coisas aqui em casa passaram por uma fase muito ruim nos últimos anos. Foi um grande reajuste no modo de vida, uma fase de economia e contenção pra sairmos do buraco. E com minha vó doente as coisas pioraram de novo. Porque embora ela tenha plano de saúde, todo mundo que realmente precisa do plano (ou seja, aqueles que tem doenças graves) sabe que na hora do vamos ver ele só serve pra não pagar uma fortuna de hospital. Porque nós escolhemos um médico particular que o plano não cobre porque era de confiança, porque nós preferimos dar a ela o melhor tratamento, e não só aquele que era "de graça". E isso sem contar os remédios, os suplementos alimentares, a alimentação especial, os equipamentos e uma série de outras parafernálias que ela precisa e nós providenciamos, as vezes sem sequer parar pra avaliar o custo, simplesmente pra propiciar uma melhor qualidade de vida e mais conforto. E por conta disso, mesmo "trabalhando", avalio que não seria legal gastar uma grana preta indo me divertir nesse momento. Até porque trabalhar também custa hoje em dia. Eu gastei R$ 250 reais em roupas, fora comida e transporte, só pra começar. Aproveitei que ia ganhar uma grana (que ainda nem recebi, é claro) e fui comprar óculos novos, que já precisava trocar a mais de dois anos, e gastei mais R$ 150. Só daí já foram R$ 400 reais de um salário de R$ 700. Inclua nessa conta comida e transporte e já quase passei tudo isso sem sobrar com nenhum dinheiro (na verdade não vai sobrar nenhum memso, porque já comprei mais umas coisinhas - vou falar delas no outro post).

Em terceiro lugar, poderia falar sobre a imensa preguiça que tenho, mas vou comentar um pouco na verdade sobre a falta de vontade de "festa". É um motivo meio besta, mas eu pensei muito e percebi que não estava muito no pique de balada, em especial de 6 dias de balada... Aí, pensei em passar lá um ou dois dias, mas a preguiça falou mais alto e eu acabei ficando em casa mesmo...

Bem, provavelmente ninguém vai ler isso (como de costume), mas esse post serviu pra que eu refletisse um pouco sobre como tem sido minha vida nos últimos tempos.

Abraços!

Segunda-feira, Dezembro 31, 2007

calvin


é um dos melhores personagens, de fato, do universo das tirinhas.
Crítico, bem humorado, infantil e singelo, porque não.
Essa tirinha acabou me comovendo.
Abraços a todos, um feliz natal e ótemo ano novo!